Nossa experiência com fisioterapia motora (Parte 2)

No post anterior, escrevi sobre minha experiência com a fisioterapia motora do meu filho. Hoje, quero contar como essa batalha me trouxe lições úteis até mesmo em outras áreas da vida e como elas podem ajudar você também.

Afinal de contas, por que te contei tudo isso do post anterior? Por três motivos muito importantes:

MaterPlus - Maternidade com um que a mais - Felicidade com Maternidade1. VALE A PENA!

Escrevi para inspirar todas as mães sobre os resultados que as terapias podem dar em seus filhos. Cada criança é diferente e terá resultados diferentes. Talvez esses resultados demorem a aparecer ou talvez você nem os veja (porque virão em forma de sinapses no cérebro em vez de coisas mais visíveis). Seu esforço, no entanto, nunca será em vão. Um trabalho feito com amor nunca é inútil.

*Isso não é romantismo ingênuo, mas uma verdade que traz resultados (te explico mais sobre isso em outro post, tá? Senão este aqui fica muito longo).

Lembre-se: o amor também cura. Acredite. Aliás, para aguentar esta batalha, é preciso mesmo acreditar. É preciso ter fé.

Eu sei, ter esse cronograma de terapias é muito puxado. Leva para um lado, corre para o outro… Só quem vive esta realidade entende bem o que estou falando. É realmente um plus na rotina, pois, além de todas as demais atividades (casa, outros filhos, trabalho, etc), ainda temos o trabalho de levar e trazer das clínicas, o árduo esforço de encontrar bons terapeutas… ufa! Não é fácil. Não é fácil mesmo!

Mas não desista nem se desanime. Dentro das suas possibilidades (deixe-me frisar bem isso: dentro das suas possibilidades), continue acreditando e apostando nas terapias de estimulação do seu filho (fisio, fono, etc). Quando bater aquela vontade de se descabelar e largar tudo, pode até me escrever. Estou aqui

dentist-1191671_12802. VALOR DO TRABALHO PROFISSIONAL BEM FEITO

O segundo motivo pelo qual conto essa nossa saga é porque ela me fez entender o valor do trabalho profissional bem feito.

Já tinham me falado disso antes, mas foi só agora, na vivência dessa luta pelo bom desenvolvimento do meu filho, que “caiu a ficha”. Se eu não tivesse encontrado (depois de muito custo e decepções, é bom frisar), médicos e terapeutas detalhistas, atenciosos e realmente comprometidos com o meu filho, talvez ele estivesse até hoje sem conseguir se locomover. Entende o impacto que isso teve na minha vida?

Sempre tentei trabalhar bem, mas agora vejo que é preciso ir além. É preciso dar o melhor de si no seu trabalho profissional, seja ele qual for. Não importa se você é uma empresária ou uma diarista. Uma gerente de multinacional ou uma dona de casa. O que quer que você tenha em mãos, faça com aquela “imperfeita perfeição humana” que só o amor pode dar. Seu trabalho impacta outras pessoas, outras vidas. Pode mudar a vida de alguém. No mínimo, pode melhorar o dia de alguém, pois até um sorriso enriquece um serviço prestado.

Sobre-Milagres3. MILAGRES CONTINUAM EXISTINDO

O terceiro motivo é uma conclusão dos dois anteriores.

Fé + trabalho árduo = conseguir o que parecia impossível

Com esses dois elementos — fé e trabalho árduo nas terapias — seu filho vai ter um ganho significativo em seu desenvolvimento. Aí você verá que milagres continuam existindo! Só temos que fazer a nossa parte!

Escreva-me aqui nos comentários ou pela fan page do Facebook como é sua rotina de terapias do seu bebê. Quantas e quais terapias ele faz? Como você lida com esta rotina?

Espero sua mensagem!!!

Beijos

Kerol

 

2 thoughts on “Nossa experiência com fisioterapia motora (Parte 2)

  1. Oi Kerol. Meu bebê faz fisio 2x na semana e as vezes tb é acompanhado pelo sarah. Ele tem 6 meses e é um pouco preguiçoso rsra estamos tentando fazer ele rolar, alguma dica? Acompanho seu blog e estou gostando muito. Me identifico bastante. Tem dias que não tenho ânimo. Mas quando vejo meu bebê realizando novas conquistas chego a me emocionar. Ainda não sou tão organizada como você, eu brinco com ele o dia todo se der, qualquer hora disponivel rsrs faço os movimentos aleatoriamente, com alguns ele fica irritado então a frequência é menor, sei q é errado mas n gosto de ver chorar 🙁 atualmente pedi desligamento da empresa pra me dedicar 100% exclui o face tb porque estava viciada kkk não quero q interfira em nada relacionado ao meu tempo com meu bebê. Vc colocou o seu na natação? Estou pensando em por o meu. Dizem que é bom para o desenvolvimento. Enfim, se puder posta seus slides para eu me basear?? Obrigada querida e continua escrevendo. Beijos no principe ;*

    1. Oi Dani, tudo bem? Adorei receber seu comentário!

      Bom, respondendo sua pergunta…eu não sou fisioterapeuta, mas a dica que dou para fazer o bebê rolar é a sugestão que minha irmã (terapeuta ocupacional) me deu na época em que meu filho não se locomovia. Ela me dizia para EU deitar no chão e rolar em câmera lenta, prestando atenção em cada movimento que eu tinha de fazer para, de fato, rolar. Depois, tentaria reproduzir o “passo a passo” do movimento no bebê. Lembro que isso significava deixar meu filho deitado de barriguinha para cima e puxar levemente a perninha para o lado, dobrando-a. Depois, eu mexia o tronco dele. Com o tempo, ele foi aprendendendo.

      Mas cada bebê é diferente, portanto, ***o melhor mesmo é você pedir para a fisioterapeuta do seu filho fazer uma demonstração*** de como você pode treinar isso com seu filhote 🙂 Se precisar, filme, kkkk (como eu fazia)! Ah! Acho super válido vc brincar e fazer os movimentos nele, mas sem forçar. Eu sempre tento fazer as terapias em horários em que ele está mais disposto tb, senão vira stress e não é pra ser assim, né? Eu sempre tento fazer em clima de brincadeira, cantando alguma música…

      Entendo quando vc diz que, em alguns dias, não tem ânimo. Eu ainda quero escrever sobre isso também!!! Aliás, quero escrever sobre muitas coisas mais, kkk, e espero que vc continue passando por aqui para ler e dar seus comentários 🙂

      Um beijo e obrigada pela visita 🙂

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