8 motivos para ser otimista ao criar seu filho especial


Mulher-pensativa

Se o seu filho tem algum tipo de necessidade especial, provavelmente você já saiu de uma consulta médica sentindo-se meio tonta e com o coração apertado. Não porque você estivesse passando mal. Mas porque você gostaria que seu bebê estivesse perfeitamente bem — e não está.

Saber que seu filho tem alguma condição especial (e especialmente QUAL limitação) é um doloroso privilégio. Com base nesse conhecimento, você pode procurar especialistas adequados e providenciar os remédios corretos… mas também pode ser angustiante!

Afinal, você se pergunta se o seu bebê (tão fofo!) se desenvolverá normalmente como as outras crianças. Fica pensando se os professores do colégio estarão atentos o suficiente às necessidades especiais dele. E os colegas? Serão compreensivos também? Resumindo, você tem lá os seus medos.

Você ama tanto seu bebê que não queria que ele tivesse que passar por isso. No fundo, você gostaria que ele estivesse 100% preparado para enfrentar o mundo, como se alguma vez alguém já tivesse alcançado esse utópico percentual ou como se isso fosse garantia de felicidade e sucesso na vida. Você e eu sabemos que não é assim.

Se, por um lado, nossos filhos precisam de tratamentos e remédios, nós, mães, precisamos de boas doses de esperança e otimismo. Então aqui vai uma lista de 8 motivos para ser otimista ao criar seu filho especial.

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  1. Seu filho está vivo. Isso pode parecer obvio, mas não é! A vida é algo que não deveríamos tomar como certo ou deixar passar batido. Com a experiência que tive de quase perder meu bebê no parto, posso te afirmar: realmente valorize o fato de seu filho estar vivo!
  2. Seu filho já tem vitórias significativas em seu histórico. Se o fato de estar vivo já é motivo suficiente para comemorar, relembrar vitórias (como uma cirurgia bem-sucedida, por exemplo) certamente te ajudará a manter-se confiante.
  3. Há também boas notícias no boletim médico do seu filho, não é verdade? Vale a pena valorizar e enfatizar os aspectos positivos de seu desenvolvimento global, como suas habilidades, mesmo as mais básicas. Nada deve passar batido. Exercite o jogo do “1 x 2” que minha irmã me ensinou quando criança: a cada vez que você ficar apreensiva sobre UMA limitação dele, comemore DUAS habilidades.
  4. Surpresas acontecem todos os dias, mesmo na medicina. Quando propriamente estimulada, uma criança tem uma capacidade enorme de se recuperar, melhor do que podemos imaginar, graças à plasticidade neuronal. Mais uma razão para manter-se confiante!
  5. Você é uma boa mãe. Está dando o melhor de si. Se está lendo este post até este ponto, já posso afirmar isso. Você buscou bons médicos, tratamentos, remédios. Acredite, seu filho percebe isso e, mesmo inconscientemente, também vai dar o melhor de si nessa batalha.
  6. Aceite que nem tudo está sob seu controle. (Difícil isso, né?) Faça tudo que estiver ao seu alcance e tente relaxar quanto ao que você não pode controlar. Afinal de contas, essa é a vida, não um roteiro de teatro.
  7. Há historias inspiradoras ao seu redor. Tenho certeza de que há pessoas bem-sucedidas com cuja história você pode identificar-se. Para mim, aprender com elas é inspirador e aliviante. Algumas experiências são tão mais duras do que a minha que dá até vergonha pensar em reclamar do que quer que seja!
  8. Por último, mas não menos importante, há amor. O amor cura. Seu amor por seu filho é, sem dúvida alguma, o remédio mais importante de que ele precisa. Todos os outros tratamentos, mesmo com toda a tecnologia, teriam efeito limitado se seu bebê não fosse criado com amor e cuidado. Pense nisso e você vai poder ficar orgulhosa de si mesma pela mãe que é!

Espero que esses pensamentos sejam úteis para você — e para mim. Conte-me se te ajudaram e… se tiver outros para acrescentar à lista, fique à vontade!

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